Poemas e poesias
Ode ao amigo
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Vimos-te passar breve
No alto de tua glória
Como formoso cravo
Em seu descerrar
Mas no oculto do esplendor
jazia a ferida
A existência!
Chaga mortal a fustigar
No sussurrar da aurora
Remando a escuridão
Como orvalho rompera o dia
No ventre da solidão
Abraçara o fim
Coroação da vida
De volta ao pó do mistério
Nossa comunhão

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About the author

Paulistana; gosta de escrever, dias nublados, leituras densas, música, cinema e gastronomia.

1 comentário

  1. Belmira

    Quem escreveu isso? Foi você?
    Não se gosto, nem sei se entendi, Talvez outro dia..

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